Colecionar camisa não é acumular tecido.
É preservar narrativa.
O novo uniforme 2026 do Palmeiras não nasce da estética — nasce da origem.
Verde, branco e vermelho não estão ali para enfeitar. Estão ali para lembrar.
Lembrar que o clube surgiu da imigração.
Que atravessou guerras, mudanças de nome, perseguições e reinvenções.
Que sobreviveu porque alguém disse, em 1914, que bastava um palmeirense presente para o Palmeiras existir.

Esse manto carrega isso.
O detalhe da bandeira italiana na gola.
O sign-off histórico nas costas.
A escolha consciente por poliéster 100% reciclado — porque tradição que não evolui vira museu, não legado.
Para quem coleciona, o valor não está só no jogo em que foi usado.
Está no porquê ele existe.

Daqui a 10, 20, 30 anos, essa camisa não será lembrada apenas pela temporada.
Será lembrada por ter traduzido identidade em design.
Camisas assim não envelhecem.
Elas documentam.
Onde houver um palmeirense, haverá Palmeiras.
E onde houver história, haverá coleção.

